Meus
caros amigos, olha a carinha destas duas criaturinhas:
Contrariando
ao parece elas me fazem lembrar um filme do fim da década de 80: Não
Somos Anjos com Robert
De Niro e Sean Penn, tem a deliciosa participação de Demi Moore
quando ainda era delicosa.
Conta a história de dois
prisioneiros em fuga que se passam por padres. Meus
“anjos” têm nome Emilly e Bianca, respectivamente. São
extremamente inteligentes, criativas, antenadas, versadas nos mais
diversos temas. Emilly é despachada e Bianca adora o universo das
Hq´s e séries. São da mesma turma do curso médio
integrado em Meio Ambiente
do Instituto onde leciono, turma que se destaca pela disposição
pela Arte Dramática. Na
verdade elas nem se sabem anjos, mas são. Embora, muitas vezes não
se comportem como tal e dizem e fazem coisas que me surpreende e
também me assusta, para o bem e para mal. Bom aí, quando
necessário, assumo a postura de professor para orientá-las, d'boa.
O que estou tentando dizer é que enxergo um gigantesco potencial
transformador da sociedade nestas pessoinhas. Estamos
no mês de lutas, homenagens, respeito, gratidão, reverência às
mulheres. Atos de combate à misoginia não devem cessar. Homenageio
estes serzinhos em formação, meus bens quereres.
ANJOS
Existem
pessoas que parecem
Anjos
que perderam as asas,
Estão
e os são e nem sabem,
Abraçam-nos,
viram nossas casas.
Nos
olham com a mais pura ternura,
Nos
ouve com inteira paixão,
É
tanto amor, é tanta mesura,
Que
sara todo estrago no coração.
Bem
aventurado aquele assistido
Por
estes seres que habitam a terra.
Porque
a roupa em que está vestido,
Seja
trapo, seja ouro, não erra.
Meu
querido anjo, não esqueça,
São
gêmeas as nossas palmas
Se o coração diverge da cabeça,
Nossa canção é a mesma, acalma.
Meu
caros amigos, por hoje é só. Com um abraço fraterno,
Alam
Félix
QUE LINDOOOO!
ResponderExcluirAnjos são sempre bem-vindos, me peguei buscando anjos a partir desses seus belos texto e poema falando sobre os seus por aqui. Pensarei mais sobre o tema, enquanto isso vá lidando com essas doçuras (às vezes nem tanto, como bem o disse!) e afinando os instrumentos dos sentidos para detectar outro(a)s desses que nos fazem pensar que a vida vale a pena. Mais abraço!
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