Meus
caros amigos, novos tempos se despontam no horizonte, nem posso
revelar o tamanho dos eventos que estão para acontecer, por
enquanto. Serão acontecimentos que poderão significar mudanças
profundas. Minhas motivações são nobres, mas nem tudo, uma
especificamente foge à regra, por ser no fundo uma fuga, no seu tempo tudo será esclarecido. Este título aí acima (e abaixo) é o início
de um diálogo que proponho sobre escolhas que fazemos na vida.
Acabei de fazer uma grande mudança e tem hora que acho ter sido a
pior escolha de minha vida, as vezes menos, mas ainda não encontrei
um motivo para estar pleno dela. Quero muito ouvir opiniões. A
Igreja Católica e O Espiritismo falam com propriedade sobre o tema,
já estive bastante próximo das duas crenças, em momentos
distintos, hoje não me aproximo de nenhuma. A questão que quero formular é, o que acontece quando fazemos uso desta prerrogativa?
LIVRE
ARBÍTRIO
Setembro
saia do lodo
E
me afoga, me entranha,
Me
estilhaça inteiro ou me asfalta.
Embriaga-me
de seus dogmas,
Sua
cristandade ou
Livra-me
do arbítrio
Sem
condenar-me à sua felicidade.
Me
deixa escolher, sem vingança
Sem
castigo, o meu destino.
Setembro,
Meu
desejo pura verve
Meu
passo franco destemido
Meu
canto alegre de menino
Meu
beijo sempre apaixonado
Meu
verso feito de entranhas
Meu
corpo de agora envelhecido,
Ressoarão
para além de vosso tempo
Quando
chegares, Setembro.
Quando
acabarem as chances
E
a esperança
Não
grita em vão o meu nome
Eu
estarei tão mais longe
Pai,
quanto mais me desejareis.
Estarei também
disposto a pagar
Por
meus pecados,
Todos
meus.
Todos
meus.
Sem
mais no momento, meus caros amigos, com um fraterno abraço,
Alam
Félix.
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