sexta-feira, 12 de maio de 2017

HAJA LUZ; E HOUVE LUZ!

Caros amigos, como vão vossas senhorias? Espero que estejam em pleno gozo de boa saúde e faculdades. Eu vou bem-disposto na minha missão de educador. Com ideias para projetos de voltar à cena, mas ainda muito timidamente. Tenho conseguido ficar distantes das mídias virtuais, das redes e me ocupado mais com o mundo analógico.. Muito embora, ainda prefiro manter, também, uma distância de segurança em relação às pessoas. As pessoas são melindrosas, e mentem, e fingem o tempo todo. Isso é meio contraditório se anseio pelo palco e o teatro é uma arte do coletivo, das relações humanas… porém, o que não é contraditório nesta vida? Venho hoje para dizer “até logo” por um tempo. Manterei as postagens no ar, mas por hora não haverão textos novos. Não é um adeus definitivo, não mesmo. É porque estou candidato numa eleição do Instituto, tem um congresso do sindicato em setembro que se desdobra numa eleição para a reitoria em novembro e eu estou muito envolvido nisto tudo. Quando tudo passar eu volto (ou mesmo se bater aquela saudade irresistível a qualquer instante). Muitas vezes senti vontade de compartilhar com vocês o que estava sentindo, mas me policiei. Até por prudência mundana, me reservei. Me parece que agora não tem nada de mágico para dizer. A gente se ver por aí.


QUANDO DESCOBRI O AMOR

Certa feita, nem era gente, ainda,
mas sempre sentia ser algo diferente
conhecer todo universo
curioso e galopante de infinito.
Vi ser amor o sexo oposto
brincante das meninas que
me enlaçavam em cirandas
que embailavam-se-me.
Hoje, quando fecho os olhos,
te encontro nestas rodas
aonde você nunca esteve,
mas sempre vai estar.
Acaso seduzir-se o destino,
quem sabe nova essência
penetre e preencha e ocupe
a casca nova na velha.
Em mim envelheceu o amor,
nem sempre sei por qual razão te amei,
sei apenas, quando o descobri,
ele sempre existiu só por você
de mim.

Sem mais delongas, meus caros amigos. Presto assim minhas sinceras homenagens a todos aqueles que se dedicaram às leituras destas modestas palavras. Com um fraterno abraço,

Alam Félix

Nenhum comentário:

Postar um comentário